Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today...
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace...
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world...
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one
quinta-feira, 30 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
E não há consequências?
O presidente da CMVM, Carlos Tavares, mantém as declarações proferidas na Assembleia da República em que comparou, em termos globais, o caso BPP ao caso Madoff.
O estranho é a impunidade com que os responsáveis por esta monstruosa fraude continuam a agir e a conivência do governo a par da passividade do ministério público.
Os compromissos e "amarras" dos membros do governo devem ser tão grandes que não existe coragem para avançar com processos-crime e outras medidas cautelares de modo a garantir parte dos danos provocados por gestores de "pacotilha".
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Cavaco Silva não defende o Bloco Central
Cavaco Silva foi crítico do Bloco Central, negociado entre Mário Soares e Mota Pinto, e venceu o Congresso da Figueira da Foz em nome da ruptura com o Bloco Central, de autonomia do PSD e da apresentação de um candidato presidencial contra a esquerda.
As suas sucessivas vitórias foram alcançadas, sempre, porque nunca cedeu à tentação de se aliar com o CDS ou com o PS e por afirmar a necessidade de estabilidade governativa, conseguida através de maiorias estáveis e homogéneas.
Estes princípios, e o Presidente da República é um homem de princípios, seriam mais do que suficientes para considerar fantasiosas as interpretações que viram no discurso do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República, um apelo ao Bloco Central.
Por muitas dificuldades que o país atravesse, Cavaco Silva sabe, e tem consciência, que o “centrão” é um pântano que não levará Portugal a parte alguma.
Pode servir para estabilizar, pontualmente, um crise institucional, mas, caso se perpetue no poder, causará danos irreversíveis à democracia e ao sistema económico.
A não ser que tenha mudado muito, é mais do que certo que o Presidente da República não quer, nem defende, o Bloco Central. Seria contra a sua natureza e contra os seus princípios.
As suas sucessivas vitórias foram alcançadas, sempre, porque nunca cedeu à tentação de se aliar com o CDS ou com o PS e por afirmar a necessidade de estabilidade governativa, conseguida através de maiorias estáveis e homogéneas.
Estes princípios, e o Presidente da República é um homem de princípios, seriam mais do que suficientes para considerar fantasiosas as interpretações que viram no discurso do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República, um apelo ao Bloco Central.
Por muitas dificuldades que o país atravesse, Cavaco Silva sabe, e tem consciência, que o “centrão” é um pântano que não levará Portugal a parte alguma.
Pode servir para estabilizar, pontualmente, um crise institucional, mas, caso se perpetue no poder, causará danos irreversíveis à democracia e ao sistema económico.
A não ser que tenha mudado muito, é mais do que certo que o Presidente da República não quer, nem defende, o Bloco Central. Seria contra a sua natureza e contra os seus princípios.
domingo, 26 de abril de 2009
A mulher de César....
O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público defendeu ontem, no Porto, que os dois magistrados que investigam o caso Freeport «estão a realizar a sua função sem qualquer objectivo político».
Sou da opinião que “ à mulher de César não basta parecer séria, também tem de ser”.
Por isso, a comunicação do Sindicato é um não acontecimento, ou a confirmação de algumas dúvidas. E isto é que é preocupante, independentemente de o “investigado” ser quem é.
A liberdade e a democracia não podem ficar refém de um poder indirecto, por muita força que este tenha.
Sou da opinião que “ à mulher de César não basta parecer séria, também tem de ser”.
Por isso, a comunicação do Sindicato é um não acontecimento, ou a confirmação de algumas dúvidas. E isto é que é preocupante, independentemente de o “investigado” ser quem é.
A liberdade e a democracia não podem ficar refém de um poder indirecto, por muita força que este tenha.
sábado, 25 de abril de 2009
25 de Abril, sempre?
Hoje, dia 25 de Abril, tivemos conhecimento de duas sondagens interessantes: uma diz-nos que o país virou à esquerda e que o Bloco está próximo do chamado “arco da governação” ( questão interessante a seguir, nomeadamente para avaliar o impacto do exercício do poder na acção do BE).
A outra sondagem diz-nos que três quartos dos portugueses não se revêm nos partidos, o que nos dá uma imagem muito cinzenta de trinta e cinco anos de democracia partidária, ou pode significar que os portugueses, conscientes do seu papel cívico, já pensam em formas diferentes do exercício da democracia.
Por coerência, e porque não acredito que exista esta consciência crítica, sou obrigado a pensar que três quartos dos portugueses apenas pretendem que os deixem viver a sua “vidinha” com tranquilidade e se estão "marimbando" para quem exerce o poder.
A escolha dos políticos fica para os outros, que são cada vez menos, o que é profundamente redutor para a afirmação da democracia.
Para um dia comemorativo da conquista da liberdade e da queda de um regime totalitário, estes sinais não são um exemplo de saúde democrática.
A outra sondagem diz-nos que três quartos dos portugueses não se revêm nos partidos, o que nos dá uma imagem muito cinzenta de trinta e cinco anos de democracia partidária, ou pode significar que os portugueses, conscientes do seu papel cívico, já pensam em formas diferentes do exercício da democracia.
Por coerência, e porque não acredito que exista esta consciência crítica, sou obrigado a pensar que três quartos dos portugueses apenas pretendem que os deixem viver a sua “vidinha” com tranquilidade e se estão "marimbando" para quem exerce o poder.
A escolha dos políticos fica para os outros, que são cada vez menos, o que é profundamente redutor para a afirmação da democracia.
Para um dia comemorativo da conquista da liberdade e da queda de um regime totalitário, estes sinais não são um exemplo de saúde democrática.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
O 25 de Abril chega aos sms.
Telefonar ou receber chamadas, enviar ou receber SMS e utilizar a Internet no telemóvel noutro país da UE vai ser mais barato a partir de 1 de Julho. O acordo alcançado entre o Parlamento Europeu e o Conselho sobre a fixação de limites máximos para as tarifas das chamadas, mensagens e dados em roaming, aos níveis grossista e retalhista, foi aprovado em plenário por 646 votos a favor, 22 contra e 9 abstenções. As novas regras visam proteger os consumidores e evitar facturas exorbitantes.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Um governo incumpridor
Os advogados, nomeadamente os jovens advogados, que prestam um serviço público no acesso ao direito, não recebem a parca contrapartida do seu trabalho há largos meses.
A única informação que recebem do Instituto de Gestão Financeira da Justiça é da que o Estado não tem dinheiro para pagar.
É curioso que, no meio de milhões "a pataco" anunciados constantemente pelo Governo para as mais diversas actividades, "investimentos" estes reiterados ontem pelo primeiro-ministro, se sacrifiquem jovens profissionais, numa ostensiva e arrogante falta de respeito, ainda para mais quando, além de mal pagos, prestam um serviço à sociedade.
A única informação que recebem do Instituto de Gestão Financeira da Justiça é da que o Estado não tem dinheiro para pagar.
É curioso que, no meio de milhões "a pataco" anunciados constantemente pelo Governo para as mais diversas actividades, "investimentos" estes reiterados ontem pelo primeiro-ministro, se sacrifiquem jovens profissionais, numa ostensiva e arrogante falta de respeito, ainda para mais quando, além de mal pagos, prestam um serviço à sociedade.
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